• Sim!

    12.50

    Flávia Barbosa e Zita Pinto

    A Laura descobriu um feitiço que faz com que os seus pais respondam a todos os seus desejos, caprichos e exigências com um repetido “SIM!”. Mas um mundo onde deixa de haver o “NÃO” pode tornar-se perigoso!
  • Semear

    14.00

    Pedro Seromenho e Evandro Renan

    “Antes do amanhã nascer, houve alguém que o semeou. Criou um jardim, que é a mais ínfima partícula que conseguimos amar. Pode morar numa flor, numa trincheira, num cemitério ou numa escola! Nem sempre respeitamos a Natureza, mas esta jamais desistirá de nós. Por vezes seguimos caminhos distintos, mas no final tudo se conjugará.” Enquanto as aguarelas de Evandro Renan criam uma atmosfera de natureza pura com um planeta que floresce, estremece, incendeia e renova no seu ciclo de vida, as palavras de Pedro Seromenho traduzem o ‘habitat’ antagónico, em pleno conflito com as imagens, descrevendo uma urbe acelerada e sufocante, onde impera o Homem no seu pior. As duas narrativas, textual e visual, chocam, roçam e colidem entre si, mas no final acabam por se conjugar numa mensagem única. Nasce assim um livro que é um autêntico jardim, levando o leitor a refletir e a questionar-se sobre o que ainda poderá fazer por este mundo. Temas: natureza, ecologia, ambiente, proteção, biodiversidade.
  • Pedro Seromenho

    Edição Bilingue - Francês/Português STOP! Veux-tu savoir pourquoi le dinosaure, la taupe, le perroquet et bien d’autres créatures ne peuvent pas conduire ?! Entre dans le livre et découvre ! Bon voyage… en toute sécurité ! Queres saber porque é que o dinossauro, a toupeira, o papagaio e muitos outros animais não conduzem? Entra no livro e descobre! Boa viagem... em segurança!
  • Pedro Seromenho

    STOP! Queres saber porque é que o dinossauro, a toupeira, o papagaio e muitas outras criaturas não podem conduzir?! Então entra neste livro e deixa-te guiar por um mundo divertido de animais que parecem pessoas reais. Sem regras e sinais as estradas são uma selva e os perigos muitos mais. Boa viagem… em segurança!
  • OBAX

    13.90

    André Neves

    Quando o sol desperta, OBAX percorre a savana africana com a sua imaginação. Ela conhece girafas e outros animais selvagens, mas o seu passatempo preferido é contar histórias! Algumas mais parecem um sonho, de tão difíceis que são de acreditar. VENCEDOR DO PRÉMIO JABUTI 2011 NA CATEGORIA LIVRO INFANTIL
  • Noelia Blanco e Valeria Docampo

    No Vale dos Moinhos viviam mulheres, homens e crianças como tu ou como eu. Até que um dia chegaram as Máquinas Perfeitas. Bastava alguém carregar num botão para viver um momento perfeito, provar uma sobremesa perfeita ou jogar um jogo perfeito com um amigo perfeito. Mas, por terem os seus desejos realizados, quase todos os habitantes deixaram de sonhar…
  • Agnès de Lestrade e Valeria Docampo

    Após a passagem de um ciclone, a vila da Nina perdeu as suas cores. Da noite para o dia, tudo ficou cinzento. Mas, um dia, ao cavar um buraco no chão, a Nina encontra uma caixa de lápis de cor que irá mudar a vida na vila para sempre!
  • Texto e Ilustrações Pedro Seromenho Letras e canções: GariBambi (Joana Mafalda Araújo e Aurora Miranda)

    Esta é a primeira publicação da Paleta de Letras dedicada à literatura para crianças desde a primeira infância, incluindo bebés.

    O livro é também um brinquedo interativo: são catorze canções inspiradas em catorze animais, ricamente ilustrados por Pedro Seromenho. A cada página, o leitor é convidado a participar num jogo de surpresa e curiosidade: descobrir em que objeto cada animal se irá transformar, numa experiência lúdica que se revela por completo ao virar da página. As canções originais foram compostas pela dupla GariBambi e encontram-se disponíveis através de QR Code, permitindo prolongar a leitura para o universo sonoro e musical da obra.

  • Luca Tortolini e Marco Somà

    "A escola é um espaço aberto, mesmo estando entre paredes. É um lugar cheio de palavras e ideias, onde as crianças partilham pensamentos, lápis, lanches e até abraços. Na escola, os professores ensinam a imaginar, a errar e a conviver. É um tesouro precioso, que deve ser protegido e amado!"
    Na escola, abrem-se mundos novos de coisas que nunca imaginamos. Ensinam-se as letras e estuda-se Matemática. Cometem-se erros e aprende-se com eles. Neste livro, o texto de Luca Tortolini ganha vida no traço e cores de Marco Somà, dando a conhecer a escola aos que ainda não a viveram e trazendo-a à memória dos que por lá já passaram. Temas: escola, tolerância, aprendizagem, amizade, crescimento
  • Nathalie Minne

    “Todas os dias, ao cair da noite, uma personagem enigmática caminha pelos telhados da aldeia: é o pequeno ladrão de palavras, que faz a sua colheita de histórias e de novas palavras. De volta à sua cabana, o pequeno ladrão de palavras espalha as palavras pelo chão e comemora numa grande dança festiva. Depois, guarda-as em frascos, improvisando tranças de louvores, lenços de insultos ou meias de palavras eruditas, até que… um dia, o pequeno ladrão conhece uma linda menina. Para ela, terá de roubar novas e preciosas palavras: palavras de amor."
  • Pedro Seromenho & Sebastião Peixoto

    Era uma vez  um circo  onde os leões mecânicos, os trapezistas flutuantes e os cuspidores de fogo faziam, por assim dizer, um espetáculo de outro mundo! Ficava no planeta Bateria, onde todos funcionavam a pilhas exceto o palhaço Avaria. Certo dia, as luzes apagaram-se, a música parou e o circo acabou! O que terá acontecido?!
  • Pedro Seromenho e Paulo Galindro

    Quando era criança, achava que o meu avô era um super-herói! Ficava a vê-lo a cortar uma laranja como se fosse um ninja. Ou a escalar uma falésia como se fosse o homem-aranha. Mas, agora que sou adulto, já não acho que seja um super-herói. Tenho a certeza que é.
  • Andreia Duarte e Cátia Vidinhas

    Este livro celebra a aldeia em que viveu a escritora Andreia Duarte, onde cada página é uma acrobacia de imaginação e cada verso um salto de alegria em homenagem à sua avó, que é a Velha dos Gatos. Prepara-te para entrar nUm mundo onde os gatos não dormem em cestos — eles voam como balas, dançam sobre fios e fazem malabarismos com pratos giratórios! Entre risos, fogo e rodopios, vais conhecer felinos com talentos surpreendentes e uma companhia que transforma fantasia em realidade. Mas atenção: quando o espetáculo termina, uma pergunta fica a ronronar no ar... E tu? Se pudesses entrar nesta história, qual seria o teu talento? Este livro não se lê — vive-se. Vem aplaudir com o coração e descobrir o artista que há em ti. Diverte-te!
  • Estefânia Surreira e Dina Sachse

    A pequena Escrevedeira-das-Neves chegou no tempo frio. Abrigou-se nas asas invernais e deixou-se levar pelo vento. Ela vivia no Ártico, mas a vida das aves aborrecia-a. Queria descobrir o mundo! Então, uma noite, abriu as asas e mergulhou no desconhecido. Foi a sua primeira grande aventura!
  • Andreia Duarte e Natalina Cóias

    Quando recebi este avental do enxoval da minha avó, foi como se me vestisse de tudo o que este carregava: emoções, saudades e boas recordações! Consegues imaginar um avental espanador, que trabalha a todo o vapor!? E depois, com carinho, também limpa as lágrimas de dor. Só te posso dizer que não irás acreditar no que cabe no seu bolso! Queres espreitar!?
  • Ninguém

    12.50

    Pedro Seromenho e Soraia Oliveira

    Ninguém é um gato vadio que vive aconchegado no coração de um menino. Só que, um dia, ele chega a casa e encontra a mãe com a cara arranhada. E quando lhe pergunta quem fez aquilo, ela responde: — Ninguém.
  • Samuel Ribeyron

    Ontem, enquanto desenhava, a Luísa perguntou-me o que tinha na cabeça. Não soube o que responder.

    Mas não é nada complicado.

  • Mel na Boca

    12.50

    André Neves

    A casa de um avô é como o assobio de uma melodia nas férias. Até porque não há lugar mais tranquilo do que uma vila. O Tino pode andar descalço e cantar todas as músicas que o avô lhe vai ensinando.   Andar de bicicleta pode ser fantástico, mas sentirmo-nos amados ainda é melhor.
  • Pedro Seromenho

    Era uma vez uma garrafa partida no coração que se chamava Maria Botelha. Sentia-se velha, cansada e vazia até que, um dia, alguém pegou nela e levou-a até a um vidrão. Assim começa a sua viagem pelo mundo da reciclagem. Será uma aventura inesquecível!
  • Pedro Seromenho

    Edição Bilingue - Francês/Português C’est l’histoire d’un petit garçon qui était très pressé de grandir. Il croyait que, s’il mettait une des cravates de son papa, il deviendrait un grand monsieur très important! Alors, il décida de les essayer toutes, une par une: les cravates joyeuses, les paresseuses, les amoureuses, les aventurières et même les étourdies! Mais aucune ne ressemblait vraiment à ce qu’il avait dans son petit coeur. Esta é a história de um menino que tinha pressa de crescer. Ele achava que, se usasse uma das gravatas do seu pai, se tornaria num senhor alto e importante! Por isso resolveu experimentá-las uma a uma, fossem estas felizes, preguiçosas, apaixonadas, aventureiras ou despistadas. Mas nenhuma condizia com aquilo que sentia.
  • Pedro Seromenho & Sandra Fernandes

    Poderão personagens de papel e cartão viver uma história de amor e paixão? Esta é a pergunta que atormenta a Felismina Cartolina e o João Papelão. Filhos de reis inimigos, recorrem aos amigos (quadrículas, mapa e irmãos fotocópia) para encontrarem uma resposta. Entra neste livro, viaja e descobre!
  • Gisela Silva & Sandra Fernandes

    Era uma vez uma menina que vivia numa nuvem. Não era uma nuvem qualquer, mas um sítio tranquilo e especial que os adultos chamam de ÚTERO. A menina sentia-se protegida e aconchegada por borboletas-palavras que saíam das histórias que a mãe lhe contava. Alimentava-se, brincava e crescia. Até que um dia bateram à porta…
  • Pedro Seromenho e Ricardo Ladeira

    "Esta é a história da Dona Linguaruda: mãe, avó, mulher e língua! Ela adorava viajar e conhecer outras línguas, mas foi ficando velha e cansada. Começou a tropeçar em quase tudo e em quase nada! Ainda assim, ela não desiste e aprende com os seus erros."

    No livro, “Dona Linguaruda”, mergulhamos numa narrativa envolvente pelo poder das palavras e da ortografia. Uma história repleta de humor, onde os mais pequenos podem aprender a ortografia de uma forma divertida. A Dona Linguaruda pode ter sempre as palavras na ponta da língua, mas a lição mais importante deste livro é a de podermos aprender com os erros. 

    Temas: aprendizagem, ortografia, família, humor

  • Cláudia Cibrão e Soraia Oliveira

    Este livro vem da cabeça de muitas pessoas mais ou menos da tua idade. Durante os anos de 2023 e 2024, a equipa da Braga 25 percorreu várias escolas de Braga em busca de novas definições para conceitos bem difíceis relacionados com cultura e arte. Espera, primeiro temos de explicar o que é um conceito! E uma ideia que temos na nossa cabeça sobre uma coisa ou um assunto. Às vezes, para os adultos, esses conceitos são muito complexos, mas para ti, com menos idade e a cabecita mais fresca, é fácil descrevê-los de forma simples, divertida, esquisita, por vezes, mas sempre acertada. Vamos lá pensar fazendo? O livro Dicionário Miúdo é o teu novo dicionário de assuntos complicados! Usa-o em casa ou na escola, com ou sem companhia, a completar os desafios ou só a pensar que, se fosses tu, terias respondido de outra forma. Temas: criatividade, cultura, arte, arte contemporânea, cultura popular, cultura erudita, património, diversidade cultural, gastronomia, democracia cultural, língua portuguesa, capital portuguesa da cultura
  • Pedro Seromenho

    Chico Fantástico é um super-herói de plástico que, um dia, viaja até ao reino da Poliméria onde as casas e os castelos são feitos de alguidares e bidões e os telhados e as torres são vasilhas e boiões. As flores não murcham, a chuva não molha e os habitantes, que se chamam polímeros, têm cara de poucos amigos. Algo de terrível está prestes a acontecer!
  • Carlos Nuno Granja e Sebastião Peixoto

    Quantas histórias poderão caber numa história? Uma? Duas? Três? Então, acompanhemos o D. Reinaldo Pimpão, que se dá pouco à confusão. Mas afinal de quem é esta história? Ninguém sabe onde começa, se na mente do escritor, se na imaginação do narrador. Será culpa do ilustrador? Venha daí o leitor, que há espaço para todos! Também chegou D. Raimunda Pimpinha e ninguém se atreve a contrariar a rainha. Será que esta história irá dar a outra?
  • Pedro Seromenho

    Esta é a história de um menino que tinha pressa de crescer. Ele achava que, se usasse uma das gravatas do seu pai, se tornaria num senhor alto e importante! Por isso resolveu experimentá-las uma a uma, fossem estas felizes, preguiçosas, apaixonadas, aventureiras ou despistadas. Mas nenhuma condizia com aquilo que sentia.
  • Pedro Seromenho e Rachel Caiano

    "Estas galochas eram da minha mãe, mas os seus pés cresceram. Viajaram e aprenderam tanto, que já não cabem lá dentro! Mas os meus ainda são pequenos. Têm muito para caminhar. Vou calçá-las, correr e brincar! Serei criança e LIBERDADE!"

    Calça as tuas galochas e embarca numa viagem por charcos repletos de aventuras e passeios aflorados de cores mágicas. Com estas galochas vermelhas vais poder correr, brincar, aprender e viver a magia de ser criança. Um livro cativante que explora temáticas como o crescimento, a hereditariedade e a liberdade de ser.

    Temas: liberdade, infância, crescimento, hereditariedade

  • Pedro Seromenho e Sebastião Peixoto

    No alto de uma serra verde e sonhadora, mora um jovem pastor chamado Pedro. Ele adora escrever histórias fabulosas, que vai partilhando com os seus animais. Mas a serra também guarda segredos e, um dia, reserva-lhe uma surpresa.
  • Gaia Guasti e Simona Mulazzani

    “Tudo o que existe no mundo, a Lua, o Sol, as estrelas, o meu gato e todos os planetas até aos confins do universo, são a minha magia." Uma história poética sobre a sensação infantil de ver o mundo girar em redor de nós próprios, desde o nascer do sol, as nuvens, o gato e a voz que responde quando chamamos. Temas: infância, cotidiano, universo, Sol, omnipotência
  • Agnès de Lestrade & Valeria Docampo

    Existe um país onde as pessoas quase não falam. Neste estranho país é preciso comprar e engolir as palavras para pronunciá-las. O pequeno Filipe precisa das palavras certas para abrir o seu coração à bela Sara. Mas como fazer? O que ele lhe quer dizer custa uma fortuna…
  • Patrícia Figueiredo & Pedro Seromenho 

    Era uma vez uma ervilha que vivia num canto da cozinha da avó. Ficara esquecida, num prato quase vazio e sentia-se velha, dura e sozinha. – Se é para ficar aqui quieta e aborrecida, mais vale ser engolida! – Entra com ela nesta aventura, agarra-te ao bolo alimentar e fica a saber o que o gigante Fígado anda a preparar! É uma história divertida com um final surpreendente!
  • Ela nasceu casinha. E sempre que a primavera a visitava, o seu regaço florescia.Mas quando as pessoas chegaram, a saia verde que ela vestia começou a transformar-se. As casas espreguiçaram-se, as ruas alargaram-se e as janelas entreabriram-se com o sopro das histórias que moravam dentro. Numa das janelas havia um menino que passava as tardes inteiras a conversar com a sua amiga. Até ao dia em que ele teve de partir.
  • Pedro Seromenho

    Há novecentos anos, em 1109, nasceu o corajoso Afonso Henriques. Ainda jovem armou-se cavaleiro, combateu a mãe e opôs-se ao primo, o Imperador da Hispânia. Como conquistador, travou batalhas, tomou cidades, derrotou os reis almorávidas e formou o Reino de Portugal. Foi pela traição que o derrotaram. Como homem, teve uma infância solitária, paixões arrebatadoras, um casamento de conveniência e enfrentou uma maldição materna. Ignorado pelo papa, foi o próprio povo que o aclamou Rei. Esta é a sua história.
  • 7 Vidas

    12.50

    Pedro Seromenho e Carlo Giovani

    No sétimo reino das Sete Fontes, havia um gato com sete vidas. Por onde este passa tudo desaparece. É como se fosse magia. O animal adora brincar com os números. Rouba sete cores do arco íris, leva 6 meses de um ano e usa os seus cinco sentidos para fazer desaparecer as quatro estações. Pelo caminho, também desaparecem os sete anões, os três mosqueteiros e os três porquinhos. Até que, certo dia, foram as suas vidas que começaram a sumir...
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